PODE-SE ENGANAR A MLTIDÃO PARTE DO TEMPO
PODER-SE-Á MESMO ENGANAR PARTE DA MULTIDÃO TODO O TEMPO
MAS NUNCA SE PODERÁ ENGANAR TODA A MULTIDÃO TODO O TEMPO.
"...DEIXO-VOS A PAZ.." JESUS CRISTO.
PAZ PARA VÁRZEA NOVA -
A TERRA DO SISAL - O OURO VERDE
PAZ PARA VÁRZEA NOVA -
A TERRA DO SISAL - O OURO VERDE
sexta-feira, 29 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Dia dos namorados: porque vale a pena comemorar
Os rituais fortalecem os
vínculos, renovam os compromissos e dão estofo para a vida. Sem esses rituais,
ficamos com a sensação que a nossa vida é vazia e que estamos por fora dos
acontecimentos sociais. O dia dos namorados também possui algumas dessas funções
e, por isso, merece ser comemorado.
A comemoração dessa data fortalece o
compromisso, revigora a afetividade e dá sentido à vida.
Para que essa comemoração produza efeitos
benéficos, é importante comemorá-la devidamente:
- Produza-se: corte o cabelo, capriche
na maquilagem, use roupas bonitas e especiais.
- Vá a um lugar
apropriado para esse tipo de comemoração
- Capriche na comida
- Dê um presente que seja do agrado da
amada e mostre que você pensou nela ao escolhê-lo
- Troque símbolos vinculadores (anéis,
cartões).
- Dê flores. As flores não têm
utilidade prática e, por isso mesmo, acentuam o aspecto comemorativo desse tipo
de presente.
O namoro deve estar presente em todas as
fases de um relacionamento amoroso
Vejamos algumas características do namoro:
- Namorar é um verbo que deve ser conjugado a
dois, na 1ª pessoa do plural: “Nós namoramos”. Não é apropriado nem possível
conjugá-lo a um, quando o parceiro não corresponde.
- Namorar é uma maneira de sentir, pensar e
comportar típica de pessoas que têm uma boa relação amorosa entre si.
- O verbo “namorar” tem dois sentidos: (1)
geralmente é usado para nomear as ações que são apresentadas nos estágios
iniciais do relacionamento amoroso. O "namoro" geralmente precede o
noivado.
(2) É um verbo para ser conjugado em todas as
fases da vida como o namoro, o noivado, a união consensual e o casamento e não,
apenas, no início do relacionamento
Quando um casal deixa de namorar, o
relacionamento amoroso entre eles está em perigo: está se transformando, quando
muito, em amizade e, quando pouco, em indiferença ou ódio.
Por isso, o dia 12 de junho deve ser o dia
para namorar e não, apenas, o dia dos namorados. Só não é o “dia de namorar”
porque esse verbo deve ser conjugado todos os 365 dias e 5 horas e 48 minutos
do ano!
Maneiras
de namorar - Namorar
é agir como dois apaixonados que estão no inicio do relacionamento amoroso.
Algumas dessas formas de agir são as seguintes:
· Cuidar da aparência para impressionar
a parceira, para fazê-la se interessar e se orgulhar de você.
· Tratar a parceira como a pessoa mais
importante em qualquer lugar onde estejam
· Ser atenciosíssimo com ela.
· Ficar olhando nos seus olhos e entrar
em êxtase
· Parar tudo que está fazendo para ouvi-la
· Considerar o seu ponto de vista pelo
menos tão importante quanto o seu
· Abrir a porta do carro para ela entrar
· Presenteá-la com flores
· Seduzi-la
· Hiper-reagir ao que ela diz: achar
muiiiiiiiito engraçado ou impreeeeeessionante o que ele conta
· Dançar ao som da sua voz: vibrar,
derreter-se ao ouvi-la
· Só ter olhos para ela: não ficar
olhando para outras coisas ou outras pessoas quando estão juntos.
· Beijá-la muito
· Trocar muitos abraços
· Andar de mãos dadas
· Ser carinhoso
Cuide do seu amor - Apesar
de saber que os conselhos alteram pouco os comportamentos, aqui estão algumas
sugestões para você cuidar bem do seu relacionamento:
- Não traia.
- Não brigue.
- Não deixe o seu
relacionamento esvaziar.
- Procure levar
cinco coisas boas para cada coisa ruim para o seu parceiro.
- Não
se esqueça de ser romântico e sensual. Você não está lidando apenas
com um amigo, com um colega ou com um parceiro comercial. Se faltar romance e
atração sexual, o relacionamento deixará de ser amoroso e se tornará amistoso,
social ou comercial!
quinta-feira, 17 de maio de 2012
TEÓRICOS SOCIAS (1)
TEORIAS SOCIOLÓGICAS - AUGUSTO COMTE - 1798-1857.
Inventou o termo sociologia.
Para Comte, a Sociologia
procura estudar e compreender a sociedade, para organizá-la e reformá-la
depois. Os estudos da sociedade deveriam ser feitos com espírito científico e
objetividade.
Comte vislumbrava um mundo cada vez mais
influenciado pela ciência e pela consolidação da indústria.
Criou o Positivismo –
doutrina que sugere a observação científica da realidade, cujo conhecimento
viabilizaria o estabelecimento de leis universais para o progresso da sociedade
e dos indivíduos.
POSITIVISMO- A
fundamentação encontra-se na lei dos três estados1. Estado teológico
(fetichista, politeísta e monoteísta). O
homem só consegue explicar a natureza mediante a crença na intervenção de seres
sobrenaturais. O mundo se explica pelos deuses e pelos espíritos e para além
desses seres sobrenaturais o homem não coloca qualquer problema.
2. Estado
metafísico. se caracteriza pela concepção de forças para explicar os
diferentes grupos de fenômenos, em substituição aos deuses da fase teológica:
forças físicas, forças químicas, forças vitais, culminando na
reunião de todas essas forças numa só chamada natureza que equivaleria
ao deus único do estado teológico monoteísta final.
A metafísica
procura, então explicar a natureza íntima das coisas, bem como a sua causa
primeira e fim último.
3.Estado
positivo caracterizar-se-á pela subordinação da imaginação e da
argumentação à observação. Contenta-se em descrever fatos, não
procurando muitas explicações. Baseia-se nas leis positivas da natureza que nos
permite, quando um fenômeno é dado, prever o próximo fenômeno e eventualmente
agindo sobre o primeiro transformar o segundo.
Conte acreditava na superioridade da ciência
e no seu poder de explicação dos fenômenos de maneira desprendida da
religiosidade. Como positivista ele acreditava que a ciência deveria ser
utilizada para organizar a ordem social.
CustomValidatPlease
insert at least one tagPOSITIVISMO NO BRASIL Foi durante o chamado Segundo
Império, isto é, por volta de 1850 que as idéias positivistas chegaram ao
Brasil, trazidas por brasileiros que foram completar seus estudos na França. Eles
lutaram contra a política adotada pelo Imperador D. Pedro II onde o poder
estava sempre em suas mãos; a escravidão foi combatida pelos positivistas, mas
defendida pelos conservadores que viam no trabalho escravo um dos suportes da
nossa economia essencialmente agrícola.
Em 1876, funda-se
a Sociedade Positivista Brasileira, que mais tarde viria a se transformar na
Igreja Positivista do Brasil.
Os Positivistas
participaram da Proclamação da República liderados por Benjamin Constant (então
Ministro da Guerra).
Devemos destacar
nas suas atividades as seguintes medidas republicanas sob a influência do
positivismo: A bandeira republicana com o seu dístico ORDEM E PROGRESSO; a
separação da Igreja e do Estado; o decreto dos feriados; o casamento civil.
Por ocasião da
formação da Assembléia Constituinte reunida um ano após a proclamação da
República os positivistas alcançaram reformas, como sejam: liberdade religiosa
e profissional; proibição do anonimato na imprensa; abolição de medidas
anticlericais e mais tarde, com a reforma educacional de Benjamin Constant,
alcançaram um elemento precioso para a divulgação e expansão das idéias
positivistas.
ÉMILE DURKHEIM (1858-1917) Definiu como o objeto da pesquisa
sociologia, o fato social. Durkheim distingue os fatos sociais
em três características:
1. COERÇÃO SOCIAL, ou
seja, a força que os fatos exercem sobre os indivíduos, levando-os a
conformar-se com regras sociedade em que vivem independentemente de sua vontade
de escolha (idioma, formação familiar e código de leis). O grau de coerção dos fatos
sociais se torna evidente pelas sanções a que o individuo estará sujeito quando
tenta se rebelar contra elas. Estas sanções podem ser legais ou espontâneas.
Sanções legais são aquelas prescritas pela sociedade, sob a forma de leis.
Sanções espontâneas seriam as que aflorariam como decorrência de uma conduta
não adaptada a estrutura da sociedade ou do grupo ao qual o individuo pertence.
2. EXTERIORIDADE, isto
quer dizer que eles existem e atuam sobre o indivíduo independente de sua
vontade ou de sua adesão consciente. Ao nascermos já encontramos regras
sociais, costumes e leis que somos
coagidos a aceitar por meio de mecanismos de coerção social, como a educação.
3. GENERALIDADE
- Os fatos sociais existem não para um indivíduo
específico, mas para a coletividade. É social todo fato que é geral, que se
repete em todos os indivíduos ou pelo menos na maioria deles.
Podemos classificar como fatos sociais as regras jurídicas, morais, dogmas religiosos, sistemas
financeiros, maneiras de agir, costumes, etc., enfim, todo um conjunto de
“coisas”, exteriores ao indivíduo e aplicáveis a toda a sociedade, que são
capazes de condicionar ou até determinar suas ações; sendo esta “coisa” dotada
de existência própria, ou seja, independente de manifestações individuais
A sociologia, de
acordo com Durkheim, tinha por finalidade não só explicar a sociedade como
também encontrar soluções para a vida social. A sociedade, como todo organismo,
apresentaria estados normais e patológicos, isto é, saudáveis e doentios. Um fato social é
considerado normal quando se encontra generalizado pela sociedade ou quando
desempenha alguma função importante para sua adaptação e evolução (crime)
Para esse pensador “Não existe moralidade
fora do contexto social e a moralidade é a grande força coesiva da sociedade. A
função básica da sociedade é justamente transmitir valores morais.”
Seguindo aos princípios do Positivismo de A. Comte,
Durkheim considerava que a ciência poderia, por meio dos conhecimentos e
pesquisas, encontrar soluções no sentido de por ordem na sociedade.
Durkheim parte dos valores morais como
elementos capazes de atenuar os conflitos sociais, adotando uma posição
conservadora em relação à crise social de seu tempo. Acreditava que os
conflitos seriam resolvidos pela recuperação dos valores morais, por meio da
formação de instituições públicas, tais como a educação e o direito, capazes de se impor aos
membros da sociedade e estabelecer a ordem.
Os fatos sociais seriam trados do mesmo modo
objetivo dado aos fenômenos físicos, segundo a abordagem metodológica
racionalista e positivista:
A sociedade é regulada por leis naturais.
Os métodos de conhecer a sociedade são os
mesmos das ciências da natureza.
O observador deve limitar-se à análise e
observação dos fenômenos sociais, de forma neutra, objetiva, livre de
julgamentos de valor e pré noções.
Os fatos sociais
devem ser tratados como coisas, por meio do método de observação e
experimentação
segunda-feira, 14 de maio de 2012
ANOTAÇÕES DA SOCIOLOGIA
SURGIMENTO DA
SOCIOLOGIA – dentro de um contexto histórico específico: desagregação da
sociedade feudal e da consolidação da civilização capitalista, onde alguns
pensadores se empenharam em compreender as novas situações de existência que
estavam em curso.
O século XVIII
constitui um marco importante com transformações econômicas, políticas e
culturais que se aceleravam na Europa. A dupla revolução ocorrida neste século:
a industrial e a francesa leva a instalação definitiva da sociedade
capitalista.
A revolução
industrial significou algo mais do que a introdução da
máquina a vapor e dos sucessivos aperfeiçoamentos dos métodos produtivos. Ela
representou o triunfo do capitalismo, concentrando as máquinas, as terras e as
ferramentas em suas mãos, convertendo grandes massas humanas em simples
trabalhadores despossuídos.
Cada avanço
capitalista introduzia novas formas de organizar a vida social.
MUDANÇAS – A) –
Politicas- Econômicas: a) artesão independente foi submetido a uma severa
disciplina, a novas formas de conduta e de relações de trabalho; b) maciça
emigração do campo para a cidade que engajou mulheres e crianças em jornadas de
trabalho de pelo menos doze horas, sem férias e feriados, ganhando um salário
de subsistência; c) as cidades passavam por um vertiginoso crescimento
demográfico, sem possuir, no entanto, uma estrutura de moradias, de serviços
sanitários, de saúde, capaz de acolher a população que se deslocava do campo;
Tudo isto teve um
efeito traumático sobre milhões de seres humanos ao modificar radicalmente suas
formas habituais de vida. A industrialização e urbanização foram tão visíveis
quanto trágicas: aumento da prostituição, do suicídio, do alcoolismo, do
infanticídio, da criminalidade, da violência, de surtos de epidemia de tifo e cólera.
d) aparecimento do
proletariado e o papel histórico que ele desempenharia na sociedade
capitalista. Ele passou a lutar por melhorias do sistema capitalista. As
manifestações de revolta dos trabalhadores foram: destruição das máquinas, atos
de sabotagem e explosão de algumas oficinas, roubos e crimes, evoluindo para a
criação de associações livres, formação de sindicatos, produziujornais, sua
própria literatura, procedendo a uma crítica da sociedade capitalista e
inclinando-se para o socialismo como alternativa de mudança.
B) PENSAMENTO. A sociologia constituí em certa medida uma resposta intelectual ás
novas situações colocadas pela revolução industrial. O pensamento
paulatinamente vai renunciando a uma visão sobrenatural para explicar os fatos
e substituindo-a por uma indagação racional. A aplicação da observação e da
experimentação, ou seja, do método científico para a explicação da natureza,
conhecia uma fase grandes avanços.
Bacon
(1561 – 1626) “a teologia deixaria de
ser a forma norteadora do pensamento”. O Teocentrismo medieval (Deus está no
centro) e dava lugar ao Racionalismo (predomínio da razão).
O emprego
sistemático da razão, do livre exame da realidade – os chamados racionalistas
-, procurou libertar o conhecimento do controle teológico, da tradição, da
“revelação”.
Os
iluministas atacarem com veemência os fundamentos da sociedade feudal
negando-a. Concebiam o indivíduo como dotado de razão, possuindo uma perfeição
inata e destinado à liberdade e à igualdade social.
Essa
‘nova’ forma de pensar, fruto das novas maneiras de produzir e viver contribuía
para das novasinterpretações.
Qual a importância
desses acontecimentos para a sociologia? A profundidade das transformações em
curso colocava a sociedade num plano de análise, ou seja, esta passava a se
constituir em "problema", em "objeto" que deveria ser
investigado. Assim sociólogos passaram a buscar um estado de equilíbrio na nova sociedade, e
para isso seria necessário, segundo eles, conhecer as leis que regem os
fatos sociais, instituindo, portanto uma ciência da sociedade.
terça-feira, 8 de maio de 2012
‘Educação: reprovada
Há quem diga que sou otimista demais. Há
quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora
habitante deste planeta, deste país. (...). Uma das grandes preocupações de
qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito,
escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os
males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.
Há coisa de trinta anos, eu ainda
professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de
escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da
meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o
trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem
pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que
em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso
pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar,
por que lutar, por que tentar?
De todos os modos facilitamos a vida dos
estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de
trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra
qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de
universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para
escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo
devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe
assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de
alfabetizados é incrivelmente baixa.
Agora sai na imprensa um relatório
alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não
sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não
sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de
comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60%
têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às
universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito
menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos
produzindo estudantes analfabetos.
Naturalmente, a boa ou razoável
escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal
pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem
alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a
todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia
e alimentação.
Faxinar a miséria, louvável desejo da
nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que
é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos
estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há
dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a
coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de
ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando.
Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que
escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e
esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras
confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir
aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada
um?
Cansei de falas
grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já
gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos,
orçamentos em que educação e saúde (para poder ir a escola, prestar atenção,
estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá
solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente
reprovada.
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